O desconhecido eu
dom, 28/12/2008 - 18:08 — admin
Ele acordou com a freada do metrô. Ao abrir os olhos, percebeu que não ocupava mais um lugar no espaço, seu corpo se movia mais lento do que o normal, era hora de levantar pensava Ele, algo dizia que a estação era aquela.Estranha a sensação de não ser notado pelos demais, na rua, os esbarrões não aconteciam com tanta frequência, aliás, naquela tarde, ninguém mais lhe tocou.No bolso da calça um volume chamou atenção, era uma carteira com papéis velhos, havia pouco dinheiro, mas nada parecia familiar. Ele percebeu neste instante que a sua identidade havia sumido, afinal, quem sou eu perguntava o homem.