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O desconhecido eu

Ele acordou com a freada do metrô. Ao abrir os olhos, percebeu que não ocupava mais um lugar no espaço, seu corpo se movia mais lento do que o normal, era hora de levantar pensava Ele, algo dizia que a estação era aquela.Estranha a sensação de não ser notado pelos demais, na rua, os esbarrões não aconteciam com tanta frequência, aliás, naquela tarde, ninguém mais lhe tocou.No bolso da calça um volume chamou atenção, era uma carteira com papéis velhos, havia pouco dinheiro, mas nada parecia familiar.

Sobre o blog...

Bem, esse é meu primeiro blog, nada de especial nisso claro, de certa forma é uma situação estranha escrever sem ter um objetivo muito claro neste momento, ah sim, tenho um objetivo, compartilhar alguns pensamentos na esperança de encontrar mais pensamentos semelhantes e juntos formarmos uma massa de conhecimento que poderá servir a alguém.

A sensação é de escrever bilhetes, engarrafá-los, e jogá-los ao mar. Sempre há os colhem a garrafa e jogam no lixo, afinal é um perigo vidro na areia. Outros sonhadores poderão olhar dentro pra ver se acham algum mapa ou algo que orientem seus caminhos. Haverá gente que olhará através das garrafas... aquele que é incapaz de perceber a presença do sol, da areia, da brisa e do mar, não, esses não verão as garrafas.

"Sou um menino que vê o amor pelo buraco da fechadura. Nunca fui outra coisa. Nasci menino, hei de morrer menino. E o buraco da fechadura é, realmente, a minha ótica de ficcionista. Sou (e sempre fui) um anjo pornográfico." - Nelson Rodrigues

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